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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

10 erros que os jovens não podem cometer


1. NÃO LEVAR A SÉRIO A LEI DA SEMEADURA. (Gl 6:7)

A) Semear é opcional, colher é obrigatório.
B) Tudo na vida é uma questão de semeadura.
C) Quem semeia honra colhe longevidade.
D) Palavras são sementes que lançamos no solo do coração da pessoas.

2. DAR MAIS VALOR À APARÊNCIA FÍSICA, DO QUE PARA A BELEZA DO CARÁTER. (1 Pe 3:2-4)

A) Não basta ter casca, mas não ter conteúdo.
B) Não basta ser aplaudido pelos homens, e não ser aprovado por Deus.
C) Quem você é, é mais importante do que aquilo que você faz.
D) Talento é um dom, caráter uma escolha.

3. NÃO PROTEGER A ÁREA DA SUA VIDA QUE É MAIS VULNERÁVEL AO PECADO. (Mt 26:41)

A) Sansão terminou sua vida de forma trágica, porque brincou onde não deveria brincar. Sansão flertou com o pecado, brincou com a tentação.
B) Ele não protegeu seu ponto fraco.
C) Qual é o seu ponto fraco, comer demais, falar demais, o sexo ilícito, o temperamento, a Ira, o dinheiro, a pornografia etc…

4. NÃO TER COMPROMISSO COM UMA LISTA DE PRIORIDADES ORDENADAS. (Mt 6:33)

A) O que deve vir em primeiro lugar na vida de alguém que nasceu de novo, que serve ao Senhor?
B) Diz a Palavra: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus…”

5. NÃO INVESTIR NO SEU FUTURO.

A) Quem pensa só no momento, amanhã sofrera com a dor do arrependimento.
B) Planejar significa pensar antecipadamente.
C) Quem investe no seu futuro, tem visão, sabe aonde quer chegar, tem objetivos na vida.

6. NÃO INVESTIR NO SEU CRESCIMENTO PESSOAL.

A) Quem escolhe a mediocridade, não se destaca e sua história nunca será contada.
B) Não há crescimento sem pré-disposição para as mudanças necessárias.
C) Não há crescimento sem a dor da disciplina. Aceite a dor da disciplina para não chorar com a dor do arrependimento.

7. FAZER PORQUE TODOS ESTÃO FAZENDO. (1 Co 10:23)

A) Quem faz só porque todos estão fazendo, não tem opinião própria e nem personalidade.
B) Suas decisões revelam qual é o seu código de valores.
C) Seu código de valores revela a qualidade do seu caráter.
D) O jovem que tem um caráter cristão decide sempre com base em princípios, ainda que a maioria esteja fazendo, se é contra as escrituras ele não faz.

8. NÃO PERDOAR OS PAIS… (Mt 18:21,22)

A) Pais ausentes. (Nunca tem tempo para os filhos.)
B) Pais agressivos (Ele passou a cueca suja no rosto do filho. )
C) Pais que foram infiéis. (Ela pegou a mãe beijando outro na cozinha.)
D) Pais que abandonaram. (O pai foi embora, sem Dar satisfação à ninguém.)
E) Pais que são homossexuais. (A mãe abandonou o pai e foi morar com outra mulher.)
F) Pais que abusaram dos filhos física ou psicologicamente. (Com 7 anos ela foi abusada pelo pai.)
G) Pais alcoólatras – (Meu pai FICA irreconhecível quando chega embriagado.)
Quem não perdoa:
· Destrói a Ponte que um dia vai precisar usar.
· Desenvolve um câncer na alma.
· Nunca vai experimentar o milagre da transformação em sua Casa.
· Coloca-se debaixo da Ira de Deus.
· Não tem Paz.
· Abre uma brecha enorme na alma para a depressão.
· Não tem suas emoções conquistadas.
· Diz não para Deus e sim para o diabo.
· Vive como um prisioneiro dos sentimentos negativos.

9. SEMPRE TRANSFERIR A CULPA PARA ALGUÉM, NUNCA ASSUMINDO RESPONSABILIDADE. (Gn 3:10-13)

A) A sua vida é o resultado das escolhas que você faz.
B) Ninguém pode decidir por você.
C) Quando transferimos toda culpa para o diabo, não sentimos necessidade de mudar.
D) Não há mudança quando a pessoa não reconhece que precisa mudar.

10. NÃO TER PARCEIROS DE ORAÇÀO E NEM CONSELHEIROS .

A) Daniel, Ananias, Misael e Azarias eram parceiros de oração. (Dn 2:17,18)
B) Um conselho pode nos livrar do caminho da morte. (Pv 16:25; Pv.12:15; Pv 27:9).
C) A Bíblia diz que o cordão de três dobras não se quebra com facilidade. (Ec 4)

domingo, 16 de dezembro de 2012

O vinho e bebidas alcoolicas citados na Bíblia


"A vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito." Provérbios 4:18.

Exemplos da Tolerância de Deus

É um conceito bíblico, expresso de forma clássica no texto acima, que a luz é progressiva, a santificação é obra de uma vida e o conhecimento aumenta a cada dia para o povo de Deus.
Muitas verdades, que no passado eram conhecidas apenas parcialmente ou até virtualmente desconhecidas, foram crescendo e se tornando mais compreendidas pelos servos de Deus.
Veja-se por exemplo que, da mesma forma que Deus tolerou o uso de bebidas fermentadas, suportou também a escravatura como um mal contingente, passageiro, mas é evidente na Escritura que o escravismo não era e nem é parte do plano ideal de Deus, que quer que todos os homens sejam irmãos e não busquem ser servidos mas servir. Embora tolerando, Deus deu leis para regulamentar a prática até que o ideal fosse atingido. (Êx. 21:16, 20; Ef. 6:9; Col. 4:1)
Outros exemplos de práticas que Deus tolerou são o divórcio e a poligamia, que, conforme é declarado na Bíblia, não faziam parte do plano ideal divino. Por isso, Ele deu leis que regulamentavam e restringiam essas práticas tão em voga e até legalizadas nos dias bíblicos entre as nações pagãs. O Seu povo teria que aprender, depois de quatro séculos de escravidão e em estado semi-bárbaro, os rudimentos do “evangelho” até atingirem o ideal de Deus. (Ex. 20:7-11; Deut. 21:10-17; Mal. 2:12-16)
O próprio Jesus refere-se ao divórcio como tolerado em razão da “dureza dos corações” dos israelitas, mas, disse o Salvador, no princípio não foi assim. Mat. 19:4-8.

Males das Bebidas Fermentadas

Deus também tolerou as bebidas fermentadas. É evidente pelas experiências com viciados que, segundo especialistas na área de recuperação de alcoólatras, a maneira mais segura de evitar o vício é “não tomar o primeiro gole”.
Deus jamais sancionaria um hábito que, mesmo em seu moderado uso social é responsável pelas mais dramáticas e terríveis estatísticas no que se refere à degeneração da mente, corpo e espírito dos homens.
Professos seguidores da palavra de Deus jamais admitiriam envolver-se com a guerra, pelos seus horrores e mortandade, e no entanto, apóiam o “uso moderado” de bebidas alcoólicas sem considerar que as mortes por imprudência nas estradas e no trabalho, montam um número anual maior do que o de muitas guerras. Sem falar em deficientes mentais filhos de ex-bebedores sociais e agora alcoólatras, lares esfacelados, invalidez, desemprego, aos centenas e milhares além de outros males. E tudo isso causado na maioria dos casos por pessoas que bebiam socialmente, somente nos “fins de semana” e possivelmente consideravam-se “moderadas”.
Considerado doença pela OMS (Organização Mundial de Saúde), o alcoolismo ainda está em expansão porque muitos, até mesmo religiosos, sancionam doutrinariamente o seu uso. Brincar com um copo desse vírus é perigoso. É brincar com veneno!
Portanto, devemos ter em mente que o uso de qualquer marca ou quantidade de bebida alcoólica é um perigo de crime contra si próprio e contra o seu próximo, e ainda ficar aquém do ideal da Escritura neste particular como veremos.

A Bebida Alcoólica no Antigo Testamento

Outro ponto importante que esclarece a questão do uso de vinho alcoólico e outras bebidas fermentadas naturalmente, bem como a tolerância de Deus quanto a essa prática, diz respeito aos hábitos e recursos alimentares dos tempos bíblicos. É claro que não dispondo das modernas técnicas de engarrafamento de sucos, sem geladeiras, sem conservantes como temos hoje e sem embalagens apropriadas, toda uma produção de sucos e sumos estavam sujeitas ao processo natural de fermentação.
Os odres (recipientes de couro costurado), vasos de barro, madeira ou metal não impediam a ação das bactérias, tendo os antigos que conviver com as condições que dispunham nesta parte. Bebiam, pois, vinho sem fermentar quando ainda novo, recém espremido das uvas, chamado no Antigo Testamento de TIROSH ou vinho novo, esta palavra aparece 38 vezes no AT. A bebida consumida tempos depois e já fermentada naturalmente, ou que foi fabricada em processo de fermentação era denominada normalmente de SHEKAR (usada 23 vezes no AT). Para bebidas em geral, fermentadas ou não, era usado o termo YAIM indistintamente, e que aparece 140 vezes no AT.
Portanto, a própria necessidade alimentar de uma bebida nutritiva e a carência de técnicas e recursos de conservação modernos, obrigava-os a terem na fermentação natural da bebida uma necessidade e mal necessário, uma vez que o grau alcoólico nestas bebidas, trazia embutido o problema do vício do alcoolismo, embriaguês e suas conseqüências morais, físicas e espirituais. Por isso o ideal era não usá-las a exemplo dos recabitas, povo abstêmio que vivia entre os israelitas, e cuja virtude e lealdade foi ressaltada pelo próprio Deus. Jer. 35:2-5.
Por outro lado, a fermentação era um bem, pois tinha para as bebidas a função de provavelmente o único e universal processo de conservação para os sucos sem a deterioração total como é o caso de muitos xaropes vendidos hoje em dia. Era, pois, um mal necessário, mas um mal. Justifica-se, desse modo, o ideal de Deus na declaração do sábio em Provérbios 23:31 a 35: “ Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente...” Não se deve nem mesmo desejá-lo, olhando-o – NÃO OLHES! Porque “no seu fim morderá como a cobra e como o basilisco picará.” E, continua o sábio: “Olharás mulheres estranhas” e, “teu coração falará perversidades”.
“Dirás: espancaram-me, bateram-me mas quando acordar beberei outra vez.”
Que desfecho terrível para um simples olhar e certamente o primeiro gole! São esses os passos para o vício: olhar, experimentar e a despeito das conseqüências, beber outra vez!
Não estamos sujeitos aos hábitos mantidos pela “dureza de corações” e atraso em que viviam os homens do passado. Não estamos obrigados a sofrer a limitação dos recursos de técnicas de conservação como eles; não precisamos nem devemos correr o perigo de consumir tais bebidas, mesmo porque, atualmente, em sua grande maioria, passam por processos industriais de fermentação e destilaria, o que aumenta artificialmente, e em muito, o teor alcoólico da bebida.
Concluímos até aqui que, se as bebidas naturalmente fermentadas eram, na antiguidade, a única forma de se estocar sucos, sendo uma necessidade daqueles tempos, apesar de suas conseqüências prejudiciais à saúde, constitui-se, para nós hoje, um uso desnecessário, contrário ã luz que temos, temerário e perigoso, mais ainda considerando-se a destilação que aumenta o seu grau alcoólico.
Certamente tal costume não concorda com o testemunho cristão e contraria o princípio bíblico, submetido ao qual todos os usos e práticas da igreja devem estar em harmonia sob pena de contradição: I Cor. 3:16, 17. Somos o templo de Deus e nada que o contamine, prejudique ou o ponha em risco deve ser usado.

Referências Bíblicas Contrárias às Bebidas Fermentadas

Veremos, agora, mais alguns textos que corroboram a recomendação de não usar bebidas fermentadas:
1. O vinho e a bebida forte fazem errar e desencaminhar até o sacerdote e o profeta. Isa. 28:7, 8.
2. Há uma maldição para os que seguem a bebedice. Isa 5:11, e outra maldição para os que dão bebida ao seu próximo. Hab. 2:15.
3. As bebidas alcoólicas são escarnecedoras e alvoroçadoras. Prov. 20:1.
4. O ideal é nem olhar para o vinho, pois é traiçoeiro, quanto mais usá-lo! Prov. 23:31, 32.
5. O beberrão cai em pobreza. Prov. 23:20, 21.
6. Não vos embriagueis com vinho, mas enchei-vos do Espírito. Ef. 5:18. A bebida alcoólica é incompatível com o Espírito Santo, conforme deixa claro a conjunção adversativa “mas”.
7. O bispo não deve ser dado ao vinho . I Tim 3:3; Tito 1:7. Mas o bom mesmo é não beber vinho devido ao escândalo que pode provocar em outros. Rom 14:21. A bebida está relacionada com as obras da carne. Gál. 5:21.
8. Normalmente, os que hoje são bêbados não começaram com a intenção de sê-lo. Cuidado! Os bêbados não entrarão no reino de Deus. I Cor. 6:10.
9. A bebida era incompatível com o serviço a Deus pois os encarregados de atividades no Santuário não podiam beber. Lev. 10:9.
10. Mesmo no conceito liberal da mãe do rei Lemuel (Prov 31:6) os que ministravam a justiça e os nobres não deviam beber. Prov. 31:4, 5.
11. Em Provérbios 31:6 acha-se a opinião da mãe do rei Lemuel e não uma posição divina sobre o assunto. Os amigos de Jó, embora piedosos, também deram opiniões religiosas equivocadas pelo que foram posteriormente repreendidos por Deus (Jó 42:7-9)
12. Miquéias adverte que um povo mau teria profetas falsos e mentirosos que defenderiam o vinho e a bebida forte. Miq. 2:11.
13. O vinho e o mosto tiram a inteligência. Osé. 4:11.
14. Pessoas dadas ao vinho são desleais, soberbas e não se contém. Hab. 2:5.
15. Aqueles que desejam fazer a vontade de Deus devem abster-se do uso, mesmo moderado, de bebidas alcoólicas, considerando as seguintes razões: a luz que temos, o ideal de Deus e os males e perigos desse hábito. A total abstinência é a posição a ser assumida por aqueles que estão preparando o caminho para a volta do Senhor como fez João Batista. (Luc. 1:15)
16. Entende-se, pois, que Jesus, nas bodas de Caná, transformou a água em vinho novo, sem fermentar (TIROSH no AT), o puro suco de uva, o vinho de melhor qualidade..
17. Em função dos argumentos acima apresentados a passagem de Deut. 14:26 é mais uma cena do hábito tolerado por Deus apesar das conseqüências e por causa das contingências.
18. Em I Tim 3:8 é recomendada a moderação em reconhecimento ao perigo que a bebida oferecia, em vista da resistência que a proibição sumária poderia provocar. Esta opinião do apóstolo foi moldada para restringir um hábito, conforme o texto deixa claro e não para sancioná-lo.
19. Em I Tim 5:23 o vinho é recomendado para uso medicinal, conforme crença do apóstolo, usado pouco com água e não puro como bebida de prazer. Este texto não serve para defender o uso ou o vício da bebida.

Conclusão :
Buscar, neste caso, exemplos bíblico para justificar o consumo da bebida equivale a apoiar também o divórcio fácil, poligamia e escravidão que foram, igualmente, alvo da tolerância de Deus. Coloca-se também a Bíblia, injustamente, como co-responsável pelas tragédias decorrentes da indulgência com as bebidas fermentadas. Os costumes e práticas dos antigos, alvo da tolerância de Deus, não refletem necessariamente a vontade divina.
O verdadeiro cristão jamais defenderá tal hábito.

ASTROLOGIA - O que a Bíblia fala sobre a astrologia?


A Bíblia ensina que a astrologia é não somente uma atividade inútil (sem valor), mas algo tão mau que sua simples presença indica que o juízo de Deus já ocorreu (Atos 7.42-43). Tanto como filosofia ou como prática, a astrologia rejeita a verdade relativa ao Deus vivo, e em seu lugar conduz as pessoas a objetos mortos, como os astros e planetas. Assim como a Bíblia ridiculariza os ídolos, também o faz com os astrólogos e suas práticas (Isaías 47.13).
Entretanto, isto não tem evitado que a maioria dos astrólogos declare que a Bíblia apóia favoravelmente a astrologia. Jeff Mayo, fundador da Escola Mayo de Astrologia, declara que "a Bíblia está cheia de referências astrológicas". Joseph Goodavage, autor de Astrology: The Space Age Science (Astrologia: A Ciência da Era Espacial) e Write Your Own Horoscope (Escreva Seu Próprio Horóscopo), declara que "a Bíblia está cheia da" filosofia da astrologia.[1]
Os astrólogos "justificam" tais afirmações da mesma maneira que muitas seitas citam a Bíblia como evidência de seus próprios ensinamentos falsos e anti-bíblicos. Eles distorcem as Escrituras até ensinarem algo contrário à Bíblia.[2] Qualquer passagem bíblica que refute tais ensinos é simplesmente ignorada, mal interpretada, ou eliminada. Pode-se provar que todo texto bíblico citado pelos astrólogos para provar que a Bíblia apóia a astrologia foi mal interpretado ou mal aplicado.[3] Assim como a água e o óleo não se misturam, a Bíblia e a astrologia são totalmente incompatíveis. Alguns não-cristãos também admitem que existe "um abismo ideológico permanente entre ambas as crenças".[4]
Historicamente o cristianismo tem-se oposto à astrologia por três razões bíblicas. Primeiro, a Bíblia explicitamente rejeita a astrologia como uma prática inútil (sem valor). Uma prova disso está em Isaías 47.13-14, onde Deus afirma: "Ja estás cansada com a multidão das tuas consultas! Levantem-se pois, agora os que dissecam os céus e fitam os astros, os que em cada lua nova te predizem o que há de vir sobre ti. Eis que serão como restolho, o fogo os queimará; não poderão livrar-se do poder das chamas; nenhuma brasa restará para se aquentarem, nem fogo para que diante dele se assentem." Aqui vemos que, em primeiro lugar, Deus condena o conselho dos astrólogos babilônicos. Em segundo lugar, Deus disse que suas predições baseadas no movimento dos astros não os salvariam do juízo divino que se aproximava. Finalmente, Deus disse que o conselho dos astrólogos não era inútil somente para os outros, mas que nem os salvaria a eles mesmos (Deuteronômio 4.19; 17.1-5; 18.9-11; 2 Reis 17.16; 23.5; Jeremias 8.2; 19.13; Ezequiel 8.16; Amós 5.26-27).
A segunda razão bíblica pela qual o cristianismo tem-se oposto à astrologia é porque Deus proíbe as práticas ocultas. Basicamente, a astrologia é uma adivinhação. Esta é definida pelo Webster’s New Collegiate Dictionary (1961) como "o ato ou prática de prever ou predizer atos futuros ou descobrir conhecimento oculto". No Webster’s New World Dictionary (1962), a astrologia é definida como "a arte ou prática de tentar predizer o futuro ou o conhecimento por meios ocultos". Por ser uma arte ocultista, Deus condena a adivinhação como mal e como uma abominação para Ele, dizendo que ela leva ao contato com maus espíritos chamados de demônios. (Deuteronômio 18.9-13; 1 Coríntios 10.20).
Finalmente, a Bíblia repudia a astrologia por levar as pessoas à terrível transferência de sua lealdade ao infinito Deus do Universo para as coisas que Ele criou. É como dar todo o crédito, honra e glória às magníficas obras de arte, esquecendo completamente o grande artista que as produziu. Nenhum astrólogo, vivo ou morto, daria às pinturas de Rembrandt ou Picasso o mérito que corresponde aos autores, mas eles o fazem rotineiramente com Deus. Entretanto, Deus é infinitamente mais digno de honra que os homens, pois é Ele quem fez "os céus e a terra" e em Suas mãos está a vida de todos os homens (Gênesis 1.1; Daniel 5.22-23).
O que têm provado os testes de validade dos signos zodiacais (por exemplo, se você é de Peixes, Áries ou Leão)?
A astrologia diz que o signo zodiacal de uma pessoa tem grande importância para determinar a totalidade de seu caráter. A análise de um pesquisador do conteúdo da literatura astrológica revela 2.375 adjetivos específicos para os doze signos zodiacais. Cada signo foi descrito por uns 200 adjetivos (por exemplo, "Leão" é forte, dominante, rude – um líder nato; "Touro" é indeciso, tímido, inseguro – não é líder). Nesse teste, mil pessoas foram examinadas segundo 33 variáveis, incluindo o atrativo físico, a capacidade de liderança, os traços de personalidade, as crenças sociais e religiosas, etc. A conclusão foi que este teste falhou em provar qualquer predição astrológica: "Todos os nossos resultados podem ser atribuídos ao acaso."[5]
Foi feito outro teste para descobrir se os planetas influem na compatibilidade do matrimônio, ou seja, se existe uma indicação significativa do número de casais que continuaram casados porque seus signos demonstraram ser "compatíveis"? E os que tinham um signo "incompatível" se divorciaram? O estudo foi feito com 2.978 casais que se casaram e 478 casais que se divorciaram em 1967 e 1968. Este teste demonstrou que os signos astrológicos não alteravam significativamente o resultado em qualquer desses grupos. Os nascidos sob signos "compatíveis" casaram e se divorciaram com a mesma freqüência do que os nascidos sob signos "incompatíveis".[6]
Os astrólogos alegam que os cientistas e os políticos são favorecidos por um ou outro signo zodiacal. Ou seja, que há uma suposta conexão entre o signo de uma pessoa e suas possibilidades de êxito numa determinada profissão. Ao investigar esse tema, John McGervy comparou a data de nascimento de 16.634 cientistas e 6.475 políticos e não encontrou correlação que substanciasse as afirmações dos astrólogos. Não pode haver dúvida de que a distribuição de signos nestas duas atividades foi tão aleatória quanto entre o público em geral.[7]
Concluindo, a evidência científica atual mostra que não é válida a afirmação dos astrólogos de que seu signo influi em sua vida.
Conclusão
Enquanto a "luz dos astros" tem trazido dúvida e divisão entre os próprios astrólogos, e incerteza e frustração para o povo que anda sem direção, JESUS, o Criador de todos os astros celestes e de todo o Universo, apresenta-se como a verdadeira Luz do Mundo e declara que aqueles que O seguirem não mais andarão em trevas; mas terão a luz da vida (João 8.12).
Aos que estão buscando direção para suas vidas, Jesus convida: "Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei... e achareis descanso para a vossa alma" (Mateus 11.28-30).
Na Bíblia, a Palavra de Deus, encontramos revelações claras de que nossas vidas estão nas mãos de Deus. Davi revela-nos no Salmo 139 que Deus tudo conhece e que não podemos fugir da presença dEle em hipótese alguma. Daniel, o profeta, declara ao rei Belsazar: "...Deus, em cuja mão está a tua vida, e todos os teus caminhos..." (Daniel 5.23).
Nossas vidas e nossos caminhos estão nas mãos de Deus! Que consolo e descanso é sabermos que nossas vidas estão nas mãos desse Deus amoroso! Para os babilônios, todavia, que se deixavam guiar pelos astros, não foi assim, conforme lemos em Isaías 47.13-15.
Diante de nós está a escolha a ser feita: saber o que dizem os astros a meu respeito, ou saber qual a vontade de Deus para a minha vida. Convém recordarmos as palavras do apóstolo Paulo na sua Carta aos Romanos: "E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (capítulo 12.2). 

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Estudo Bíblico - adolescencia


"Um adolescente chamado Jesus"  - Texto: Lucas 2:42-52.


Introdução: A adolescência deve ser encarada normalmente, como as outras fases da vida: infância, juventude, adulta e velhice. Em todas estas etapas, enfrentamos mudanças com as quais devemos nos adaptar. Devemos entendê-la como um processo normal do indivíduo, em direção à maturidade.

A peculiaridade desta faixa etária é que todas as transformações (físicas, emocionais, psicossociais, intelectuais e espirituais), acontecem ao mesmo tempo e rapidamente.

Com Jesus não foi diferente, Ele também teve a sua adolescência e juventude. A bíblia nos informa apenas um episódio da adolescência de Jesus, episódio este que vamos analisar detalhadamente.

O tema em questão, ?um adolescente chamado Jesus?, não é nada pejorativo, o desejo é fazer uma abordagem acerca da adolescência de Jesus, no intuito de instruir os jovens adolescentes de hoje.

1.    Jesus, um adolescente que frequentava os cultos.

A prática de ir ao culto já era comum para Jesus, o versículo (22) diz que Jesus foi ao Templo pela primeira vez quando ainda tinha dias, já no versículo (40) diz que Ele crescia debaixo da sabedoria e graça de Deus. Antes de completar doze anos o filho só podia freqüentar os cultos na sinagoga, e era hábito dos pais levarem os filhos à sinagoga. Quando completou doze anos Jesus foi ao templo.

-    A vida de vitória de Jesus, sem dúvida, deve-se ao fato de ele ser criado na igreja. O adolescente deve ter suas atividades seculares, como estudar, jogar bola, passear com os colegas, porém sua agenda deve ter como prioridade o culto ao Senhor. Vejam o versículo (46), quando Jesus desapareceu por três dias, o local onde o encontraram foi no templo.

2.    Jesus, um adolescente que gostava de conversar(v.46). 

É muito comum encontrarmos pessoas dizerem que o adolescente na época da puberdade sem emudece. Não é preciso ser assim. Pode um adolescente se integralizar com outros da mesma idade, porém é de sua importância que o mesmo venha se interessar em dialogar com os mais velhos. Vejamos como pode ocorrer isso:

-    Jesus sabia ouvir: Muitos adolescentes não sabem ouvir os mais velhos, desprezam a sabedoria vivida por esses homens. O adolescente não pode esquecer que eles já passaram por esta idade, por sua vez, já tiveram filhos adolescentes, vivenciaram duas vezes a realidade que você (adolescente), está vivendo.

-   Jesus sabia perguntar:

Tem um ditado que diz assim ?quem tem boca vai a Roma?. Jesus, não estava perdido, embora seus pais pensavam que Ele havia se perdido. A melhor forma de começar um diálogo é perguntando, interrogando, não se limite tire suas dúvidas cruéis, pergunte aos pais, tios, avós, aos presbíteros, pastores, em fim pergunte, não engula qualquer coisa, não viva introvertido, solte suas dúvidas, faça como Jesus. Talves você está pensando se Jesus era como você, não tenha dúvida que sim. Ele era homem, tinha suas necessidades fisiológicas, desejos diversos, brincava quando criança.Jesus, diferente de Samuel não foi criado dentro do templo, pelo contrário foi criado com seus pais, com os colegas de Nazaré, Ele era um adolescente como você, o que Ele talves é diferente de muitos adolescente hoje é que Ele sabia ?ouvir e perguntar?.

3.    Jesus, um adolescente envolvido com as coisas de Deus. (v.49a).

Quando sua mãe e seu pai o encontraram manifestaram a preocupação; ?que é isso que fizeste conosco?. Jesus dá a resposta mais profunda que se possa ouvir da boca de um adolescente, ?me convém cuidar das coisas do Pai celestial?. Queridos adolescentes a vida é bela porque foi dada por Deus, e Ele deseja que a vivamos felizes. O que ocorre, é que o mundo vem mudando cada dia, e estas mudanças são para pior. Você vê todos os dias na mídia, o mundo fervilhando, como um grande caldeirão em erupção, e alguém gritando ?Salve-se quem puder!!? para o adolescente do século 21, a salvação é se envolver nas coisa do Pai.Paulo ao escrever aos crentes de Colosso disse assim: ?Pensai das coisas que são de cima (alto), e não nas coisas que são da terra?. (Cl. 3:2). Como pode um adolescente se envolver:

-    Participar da escola bíblica: A diferença da escola dominical para a escola secular, é que nela você tem instrução para toda a eternidade, enquanto na secular só te prepara para esta vida, profissionalmente e socialmente. Jesus disse ?fazei esta sem omitir aquela? (Mt. 23:23c).

-    Se envolver na evangelização: Um garotinho que se converteu ainda na adolescência, tornou-se um grande ganhador de almas ?Charles Haddon Spurgeon? aos 15 anos, ocorreu seu verdadeiro encontro com Jesus.

-    Se possível não perder nem um culto: algumas igrejas realizam poucos cultos. Numa semana, às vezes são apenas 2 ou 3 dias de cultos, porque perde-los. 

-    Eu diria ainda mais uma coisa, faça tudo o que você tem direito na adolescência, se não faça aquilo que vai te roubar das coisas do Pai, que vai demove-lo dos prazeres celestiais.

4.    Jesus, um adolescente que sabe obedecer aos pais:

Em último lugar, o versículo (51) ?... desceu com eles... era-lhe sujeito?. Devemos acabar com aqueles jargões, ?adolescentes são terríveis?, ou ?aborrecentes?. Querido adolescente, Jesus foi um adolescente como você, teve todas as mudanças em seu corpo, pois Ele era humano, porém o que marcou a adolescência de Jesus, foi a sua submissão aos pais. Estamos vivendo uma época em que a rebeldia tem se intensificado. Quais os tipos de rebeldia mais comum:

-    Adolescentes respondões: é humilhante para os pais que tanto fez por você, vê-lo agredir com palavras. Você pode pergunta, interrogar, fazer algo que até agrade a Deus, mas não responda para seus pais.

-    Adolescentes desobedientes: quantas vezes os pais dizem não, e mesmo assim você faz. O horário de chegar em casa e desobedecido, o tipo de roupa, ou o tipo de usos e costumes mundanos são ignorados, quando os pais dizem não ser bom para você. O salmista diz assim: ?Bem aventurado o homem que não anda..., nem se detém no caminho dos pecadores?. (Sl. 1:1).No original caminho significa estilo de vida. Qualquer moda que os pecadores passam a usar, logo as moças e moços querem imitar. Pedro diz: ?não imites o que é mau...?. (3 João 11). São os que usam piercing, tatuagens, roupas extravagantes provocando sensualismo etc.

5.    Conclusão:

Deus escolheu você querido adolescente, não tenha dúvida disso. A questão é se você está disposto a pagar o preço. O maior preço sempre será o amor. Leia esta ilustração:

Uma tarde, um menino aproximou-se de sua mãe, que preparava o jantar, e entregou-lhe uma folha de papel com algo escrito.

Depois que ela secou as mãos e tirou o avental, ela leu: 
* Cortar a grama do jardim: R$3,00
* Por limpar meu quarto esta semana R$1,00
* Por ir ao supermercado em seu lugar R$2,00
* Por cuidar de meu irmãozinho enquanto você ia às compras R$2,00
* Por tirar o lixo toda semana R$1,00
* Por ter um boletim com boas notas R$5,00
* Por limpar e varrer o quintal R$2,00
* Totalda dívida R$16,00

A mãe olhou o menino, que aguardava cheio de expectativa.
Finalmente, ela pegou um lápis e no verso da mesma nota escreveu: 
* Por levar-te nove meses em meu ventre e dar-te a vida - Nada
* Por tantas noites sem dormir, curar-te e orar por ti - Nada
* Pelos problemas e pelos prantos que me causastes - Nada
* Pelo medo e pelas preocupações que me esperam - Nada
* Por comidas, roupas e brinquedos - Nada
* Por limpar-te o nariz - Nada
* Custo total de meu amor - Nada

Quando o menino terminou de ler o que sua mãe havia escrito tinha os olhos cheios de lágrimas.

Olhou nos olhas da mãe e disse:

"Eu te amo, mamãe!!!"

Logo após, pegou um lápis e escreveu com uma letra enorme:
"Totalmente pago"

Assim somos nós adultos, como crianças, querendo recompensa por boas ações que fazemos.

É difícil entender que a melhor recompensa é o Amor que vem de Deus.
E para sorte nossa é Grátis.
Basta querermos recebe-lo em nossas vidas.

Deus te abençoe.

domingo, 4 de março de 2012

Estudo Bíblico - bebidas alcoólicas (leia também 1cor 6


Estudo bíblico sobre o uso de bebidas alcoólicas
De acordo com a Bíblia, há maldição sobre quem bebe e quem dá de beber bebidas alcoólicas - Leia Habacuque 2:15.

I - HÁ MALDIÇÃO SOBRE QUEM BEBE:

1. Soberba - Isaías 28:1

2. Escárnio - Prov. 20:1

3. Pobreza, Sonolência - Prov. 23:21

4. Olhos Vermelhos, Pesadelos, Quedas, Dependência, Virtudes Destruídas - Prov. 23:29-35

5. Esquecimento, Distanciamento de Deus - Isaías 5:11


Infeliz é o homem que gasta o seu dinheiro em bebidas... além dele próprio, que se insere num processo de auto-destruição, também a sua família sofrerá as conseqüências.

A bebida leva o homem a perder o pudor, lançando-se à prática de coisas abomináveis, ridículas e imorais.
A bebida tem levado centenas à morte, destruído lares, deixado pessoas aleijadas, provocado brigas e confusões, conduzido à falência. Isto ocorre porque os que fazem uso do álcool estão sob maldição, conforme a Palavra de Deus.

Diz a Palavra de Deus em I Cor 6:10: "nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus."  Abandone o vício enquanto é tempo!


II - HÁ MALDIÇÃO TAMBÉM SOBRE OS QUE DÃO DE BEBER AOS OUTROS - Habacuque 2:15-16 e Gálatas 6:7-8.

Quem vende ou serve bebida alcoólica, seja no bar, clube, na sua própria casa, ou qualquer outro lugar, ou mesmo quem paga uma bebida para alguém, está semeando na carne, e da carne colherá corrupção. E aos olhos de Deus é co-responsável pelos efeitos e conseqüências que a bebida provoca!

III - OUTRAS CONSEQÜÊNCIAS...

- é obra da carne, desagradável a Deus - Gál. 5:21;

- Deus ordena "não" - Efésios 5:18;

- Deus adverte contra o seu uso - Lc 21:34;

- É aviltante - Isaías 28:8;

- Inflama os sentidos - Isaías 5:11;

- Tira o entendimento - Oséias 4:11;

- Conduz à:- pobreza, Pv 21:17; 23:21; contenda, lamentos, tristezas, Pv. 23:29-30; erro, Isaías 28:7; desprezo às obras de Deus, Isaías 5:17; zombaria, Oséias 7:5; vida de orgias, Rm 13:13; condenação, I Cor 6:10.



CONCLUSÃO
Irmão e amigo, em nome de Jesus, abandone a partir de hoje o uso de bebidas alcoólicas. Jogue fora a máscara, e seja você mesmo! Saia desse caminho de erro, engano, pecado, e destruição, enquanto ainda há tempo! Dirija agora mesmo uma oração a Deus pedindo perdão pelos seus pecados, inclusive o alcoolismo, e você será liberto no nome de Jesus. 

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Estudo Bíblico - o que é fornicação?

Fornicador (a) ou fornicário (a) é a pessoa que pratica a fornicação. O único fato que legaliza a relação sexual entre as pessoas de sexos opostos (homem e mulher) é o casamento oficial. Fora dele a relação sexual é pecaminosa diante de Deus e diante dos homens. A mancebia, amigação, concubinato ou “amizade colorida” não legaliza as relações sexuais dos fornicários e/ou fornicadores. Só o casamento civil é que dá validade à união conjugal. O casamento religioso ou mesmo o “casamento comercial” não dá ao casal a prerrogativa do casamento civil, pois são regidos por leis específicas, que não o Código Civil.

Por conveniência dos fornicadores e / ou fornicários, as relações sexuais entre os amantes passaram a ser chamada de “namoro”. Mas, o verdadeiro namoro, principalmente do cristão, não envolve sexo antes do casamento. O cristão só deve praticar o sexo depois do casamento legal, ou seja, o casamento civil. Nem mesmo o casamento religioso autoriza o sexo para efeitos civis. Tanto é que, quem se casa apenas no “religioso” não pode identificar-se como casado, mesmo apresentando a certidão, pois esta não tem efeitos civis. Quem não é casado civilmente não pode ser considerado legalmente casado (a), e portanto, não está autorizado (a) a praticar o sexo. Quem pratica o sexo, sem ser casado (a), é denominado legalmente de “amante”, qualquer que seja a sua situação civil (desquitado, divorciado, solteiro, separado ou viúvo). Não há nenhum fundamento legal para um “estágio” antes do casamento, ou seja, da prática do sexo antes da celebração das bodas (casamento). A Bíblia condena a prática do sexo antes do casamento, ou fora dele. Quem pratica o sexo nessas condições é fornicador (a), fornicário (a) ou amante.

O que a Bíblia diz sobre a FORNICAÇÃO?

Vejamos a interpretação de alguns textos:

l)Pela leitura de 1Coríntios 6.10, entendemos que a fornicação, ou seja, o sexo entre solteiros, desquitados, separados, divorciados, viúvos, amigados, amasiados ou “amigos coloridos”, é pecado diante de Deus, tanto quanto os outros pecados. Não há diferença para Deus entre esses pecados, pois eles carecem de uma justificativa bíblica. Só o casamento civil é que legaliza a união conjugal. Fora disso é pecado.
2)Ao ler Atos 15.29, podemos verificar que a fornicação é um pecado, diante de Deus tal qual os outros pecados. Mesmo no mundo secular as pessoas não casadas, que praticam sexo fora do casamento, são descriminadas em algumas situações. Deus não tem por inocentes os fornicários ou fornicadores habituais.
3)Lendo Efésio 5.5 depreendemos que a fornicação leva o pecador à morte eterna, sem direito a entrar no Reino de Deus, por ser um pecado da carne que leva à morte espiritual. A fornicação é um pecado que é para a morte, assim como muitos outros pecados que a Bíblia nos mostra.
4)Com a leitura de 1Timóteo 1.9,10 percebemos claramente que a fornicação é um pecado diante de Deus, e leva para a morte eterna, assim como os outros pecados que são para a morte. Os fornicários (fornicadores) estão sob a égide da Lei de Deus, e serão julgados no Tribunal de Deus, no Juízo Final.
5)Em Hebreus 12.16 podemos entender que Deus recomenda ao (a) cristão (ã) que abstenha-se da prática de fornicação, pois por um só momento de prazer ou luxúria pode perder a sua alma e ir para o inferno.
6)Ao ler Apocalipse 21.8 podemos entender que a fornicação leva à morte da alma e, por conseqüência, a perdição eterna, com a ida do (a) fornicário (a)ou fornicador (a) para o inferno, e depois para o lago de fogo e enxofre. A fornicação e um pecado abominável diante de Deus.
Visando legalizar a situação de fornicadores que vivem em concubinato, no caso de união estável, o Novo Código Civil (Lei l0.406/03), estabelece que tal situação poderá vir a transformar-se em casamento civil, mediante pedido dos "companheiros" e assento no Registro Civil (Artigo 1.726). Com isso, a situação epigrafada estaria sendo solucionada diante de Deus e da lei dos homens.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Estudo Biblico - Carnaval

CARNAVAL - ORIGEM E NATUREZA

Modernamente, costuma-se afirmar que carnaval é alegria do povo, que expressa a cultura popular o que é festa folclórica. A explicação é vaga. Diz-se que é boa ocasião para atrair turistas estrangeiros afim de carregar divisas para os cofres do país.
Carnevale - vocábulo italiano, que significa "adeus à carne", é festa de muita alegria, folia e orgia que precede à quarta-feira de cinzas. A comemoração do carnaval é de origem pagã. Desde tempos imemoriais no Egito antigo, no outono, realizava-se a festa do boi Apís - animal sagrado. Escolhia-se o boi mais belo e todo branco o qual era pintado com várias cores, hieróglifos e sinais cabalísticos. O boi era conduzido pelas ruas, e levado até o Rio Nilo, onde era afogado. Em procissão, sacerdotes, magistrados, homens, mulheres e crianças, fantasiados grotescamente, iam atrás dele dançando, cantando, em promiscuidade até seu afogamento. Com as conquistas da Grécia e de Roma, a festa foi transportada para outros países, sob outras formas e denominações. Na Grécia, tomou o nome de Dionisíaca em honra ao Deus do vinho - Dionísio e em Roma, Bacanal em homenagem ao deus do vinho, Baco. Nessas comemorações, a aristocracia misturava-se com o populacho, os tribunais e estabelecimentos oficiais se fechavam, e se abriam todos os lugares de divertimentos, onde a devassidão, a orgia e os prazeres sensuais eram inomináveis.
Com o advento do cristianismo, as festas pagãs se arrefeceram, mas na Idade Média, sob a tolerância da Igreja dominante, recrudescera entre os povos de educação latina sob a única denominação de carnaval. No Brasil, com o caldeamento cultural afro-brasileiro e com rituais diferentes, o carnaval empolga multidões e é motivo de atração turística. Como em todos os tempos e lugares, no Brasil a festa é portadora de nefastas conseqüências ao indivíduo, à família, à sociedade. O carnaval é festa religiosa, revivescência do paganismo antigo, dedicado a Momo - deus da zombaria, do sarcasmo, da pândega e que está ligada à quaresma - período de abstinência e jejum, que termina com a semana chamada santa. O cristão deve se conduzir pelas determinações bíblicas. Momo é Satanás dissimulado. Jesus em sua quaresma de jejum e oração, peremptoriamente repeliu o falso deus: "Retira-te Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás e só a Ele darás culto" (Mt. 4:10). O Salmo 115:1-8 afirma que quem adora um Deus morto se torna espiritualmente semelhante a ele. Momo é deus morto, cuja falsa duração é de três dias, cultuado pelos foliões, e que conforme a mitologia foi expulso do Olimpo, para ser na Terra o rei dos loucos. Pelo exposto, carnaval é festa religiosa que se contrapõe ao cristianismo verdadeiro.
A lenda mitológica conta que Júpiter se impressionou com a formosura da princesa Europa e tomou forma de um belo boi branco como a neve e misturou-se com o rebanho. Europa, atraída pela mansidão do animal e pelo seu elegante porte, enfeitou-o com flores e subiu no seu dorso. Imediatamente, em carreira veloz, Júpiter se dirigiu para o mar e levou a linda princesa para praias desconhecidas.
Satanás é assim. Como anjo de luz ( II Corintios 11:14) e com todo poder de mentira, de mistificação ( II Ts 2:9), ilude incautas criaturas por meios atraentes, como as festas carnavalescas e as leva para as praias ignotas da perdição.
O carnaval é revivescência das religiões pagãs e de maneira alguma deveria estar justaposta ao período da quaresma que começa com a quarta-feira de cinzas. Lamentável é que criaturas que se dizem cristãs festejem o carnaval, ressurgimento do paganismo de priscas eras e responsável pelos danos e efeitos morais para homens, mulheres, jovens de ambos os sexos, também crianças e uma das causas da desorganização de famílias e de graves problemas sociais. A festa carnavalesca é culto imerecido ao falso deus Momo que constitui ofensa à pessoa do Deus vivo e verdadeiro.
O único meio de se libertar de tal atração é a confiança em Jesus, o Filho de Deus, que veio ao mundo para destruir as obras do Diabo. ( I João 3:8 ).

Fumar é pecado?

Fumar é pecado? Por quê?

Há alguns dias, senti-me estimulado a responder à pergunta acima depois de ter conversado com o meu amigo Eli Felete, pastor-presidente da Assembleia de Deus Ministério Rocha Eterna, de Lisboa, Portugal. Muitos irmãos em Cristo, inclusive pastores, ficam inculcados com o fato de eminentes cristãos do passado terem supostamente apreciado o fumo e com a não ocorrência de mandamentos que tratem especificamente do ato de fumar.

Em primeiro lugar, não existe mesmo um mandamento bíblico específico a respeito do uso do tabaco, como “Não fumarás”. Também não está contido em Apocalipse — e em nenhuma outra parte das Escrituras! — o versículo que muitos citam para combater o vício: “Os viciados não herdarão o reino de Deus”. Mas precisamos ter em mente que a Bíblia é um livro de mandamentos gerais e específicos, bem como de princípios.

Há uma tendência mundial de se opor ao tabagismo e restringi-lo em lugares públicos. Os ministérios da saúde de diversos países não têm medido esforços para alertar a população acerca dos riscos de ingerir as substâncias tóxicas contidas na chamada “chupeta do demônio”. Segue-se que o ato de fumar, além de causar mal à saúde, tem uma péssima fama e não passa no teste de Filipenses 4.8. Além disso, e consequentemente, fumar é uma ação contrária ao mandamento de 1 Tessalonicenses 5.22: “Abstende-vos de toda aparência do mal”. Em outras palavras, o cristão deve evitar o pecado e tudo o que parece pecado.
Conquanto não haja proibição expressa ao ato de fumar, nem todas as coisas lícitas (não proibidas) convêm ao salvo em Cristo (1 Co 6.12). Considerando que: (1) o consumo de tabaco gera dependência e, como se sabe, é prejudicial à saúde; (2) o cristão é templo do Espírito Santo (1 Co 6.19,20); e (3) a Bíblia diz que aquele que destrói esse templo, Deus o destruirá (1 Co 3.16,17), podemos concluir que o ato de fumar não é conveniente ao servo do Senhor.

Apesar de não haver na Bíblia mandamentos específicos a respeito do fumo, existem princípios e mandamentos gerais que condenam o ato de fumar. Mesmo não havendo no texto sagrado o mandamento “Os viciados não herdarão o reino de Deus”, o servo do Senhor que se preza sabe que qualquer tipo de vício não se coaduna com uma vida de comunhão com Deus (Jó 11.11; Dn 6.4).

Na relação das obras da carne mencionam-se a prostituição, a glutonaria, as bebedices, várias outras obras e “coisas semelhantes a estas” (Gl 5.19-21). É evidente que o ato de fumar é uma dessas “coisas” similares àquelas que destroem o templo do Espírito Santo. Qualquer ação consciente por parte do cristão que venha a destruir o seu corpo, que é templo do Espírito, trata-se de uma das obras da carne. E, segundo a Bíblia, “não herdarão o reino de Deus os que tais cousas praticam” (v.21, ARA).

Portanto, fumar hoje, principalmente, é um ato antissocial, feio, prejudicial à saúde e, acima de tudo, pecaminoso, à luz dos mandamentos e princípios gerais das Escrituras. Mas, se algum apreciador de cachimbo, charuto ou cigarro que se diz cristão me achar legalista, que reclame com o Autor da Palavra de Deus! É Ele quem nos ordena a sermos santos em toda a nossa maneira de viver (1 Pe 1.15), não é mesmo?

Em Cristo

domingo, 15 de janeiro de 2012

Festas Juninas

CONSIDERAÇÕES SOBRE A “FESTA DE SÃO JOÃO”
Originalmente o calendário religioso utilizado pela Igreja era uma adaptação dos calendários grego e romano, e portanto foi bastante influenciado por importantes eventos pagãos.
1. AS FESTIVIDADES RELIGIOSAS.
A partir da Idade Média, o calendário romano foi definitivamente adotado (“cristianizado”) passando a ser utilizado por toda igreja ocidental, quando foram incluídos a celebração das festas dos “santos” e dos “mártires”. Daí surgiu o atual “calendário dos santos da Igreja católica” (a Igreja Católica dedica aproximadamente 42 dias no ano a um(a) santo(a)). Vários grupos protestantes eliminaram completamente o calendário religioso, celebrando apenas alguns eventos que consideram importantes (ex: Natal).
2. DEFINIÇÃO DE ALGUNS TERMOS:
Santo:
No Antigo testamento a palavra hebraica mais usada (cerca de 116 vezes) para descrever “santo” é “QADOSH”, que significa “separado”. No Novo Testamento a palavra grega para “santo” é “ÁGIOS”, que aparece 230 vezes de Mateus a Apocalipse, e significa “separados pelo Senhor como Sua possessão peculiar”.
“Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus…” – 1 Pedro 2.9
Na Igreja Primitiva todos os crentes eram chamados de “santos”, mesmo quando o seu caráter ainda não estava completamente formado (ex: At 9.13, 32; 26.10; Rm. 8.27; 12.13; 15.25,26).
“…segundo a vontade de Deus é que Ele (Jesus) intercede pelos santos”. – Romanos 8.27
“Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do Corpo de Cristo”. – Efésios 4.11,12
Canonização: Dentro do catolicismo romano este é o nome dado ao decreto que inclui uma pessoa na categoria dos “santos”, os quais são recomendados à veneração dos fiéis. A condição para que a pessoa seja “beatificada” é que já tenha falecido e que pelo menos dois de “seus milagres” tenham sido confirmados. O papa, então, proclama a canonização.
De acordo com a teologia romanista, os indivíduos canonizados acumularam um tesouro de méritos, mediante suas vidas “inculpáveis” e a prática de “boas obras”. Esses méritos em “reserva”, então, podem ser colocados à disposição de cristãos de menor envergadura, em resposta às orações feitas aos “santos”.
A palavra de Deus declara que existe apenas um Mediador e Intercessor entre Deus e os homens: Jesus Cristo.
“Porquanto há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem”. – 1 Timóteo 2.5
“…o qual está à direita de Deus e também intercede por nós”. – Romanos 8.34
3. A QUESTÃO DA IDOLATRIA
Idolatria, no grego “EIDOLOLATRIA” significa: “culto aos falsos deuses” ou “adoração de ídolos”. Esta adoração pode se referir a ídolos ou imagens propriamente ditas, ou então a tudo aquilo que porventura ocupe o lugar de Deus no coração do homem. Por que Deus abomina qualquer tipo de idolatria?
- Sl 115.4-7; 1 Co 8.4 – A Bíblia afirma que o ídolo em si é apenas um pedaço de madeira, pedra, etc., esculpido por mãos humanas, que nenhum poder tem em si mesmo.
- Êx 20.3-5; Is 42.8 – O nosso Deus não divide a sua Glória com ninguém.
- Ez 14.3,4 – Note que há ídolos que levantamos em nossos corações (ex: avareza: Cl 3.5). Precisamos identificá-los e renunciar a sua força em nós.
- Dt 18.9-12; Is 8.19,20 – O ato de comungar com pessoas que já morreram ou idolatrá-las está ligado à prática do espiritismo, magia negra, leitura de sorte, feitiçaria, bruxaria, etc. Segundo as escrituras, todas estas práticas envolvem submissão e culto aos demônios, e são abomináveis ao Senhor.
OBS: a definição da Enciclopédia Britânica (BARSA) para FESTA RELIGIOSA é: Um dia consagrado à memória ou à comemoração de um evento histórico religioso.
- Dt 32.17; Sl 106.36; 1 Co 10.20,28 – Por traz de cada ídolo há demônios que estão agindo, os quais são seres sobrenaturais controlados pelo Diabo. Noutras palavras, o poder que age por detrás da idolatria é o dos demônios.
Ex: Alguns “santos” da Igreja Católica e sua correlação com entidades espíritas:
- Iemanjá ? Senhora Aparecida.
- Xangô ? São Jerônimo.
- Oxossi ? São Sebastião.
- Iorí ? Cosme e Damião.
4. A CELEBRAÇÃO DO “DIA DE SÃO JOÃO”
Registros históricos declaram que no século sexto, missionários foram enviados para o norte da Europa para juntar pagãos ao grupo romano. Eles descobriram que o dia 24 de junho era muito popular entre esses povos, pois era quando ocorria o solstício de verão (solstício: época em que o sol afasta-se o máximo possível da linha do equador). Procuraram, então, cristianizar este dia, mas como? Por esse tempo o 25 de dezembro havia sido adotado pela igreja romanista como o natalício de Cristo. Desde que 24 de junho era aproximadamente seis meses antes de 25 de dezembro, por que não chamar este o natalício de João Batista? João nasceu, devemos lembrar, seis meses antes de Jesus (Lc. 1:26,36). Assim sendo, o dia 24 de junho passou a ser conhecido no calendário papal como sendo o Dia de São João.
Na Bretanha (Inglaterra), antes da entrada do cristianismo, o 24 de junho era celebrado pelos druidas com fogos de artifícios em honra ao deus Baal. Quando este dia tornou-se dedicado a São João, os fogos sagrados também foram adotados e tornaram-se “as fogueiras de São João”!
Ainda hoje o dia 24 de junho é largamente celebrado na Escandinávia, na Alemanha e na Finlândia com fogueiras pagãs. A história relata que até o século passado os camponeses da Finlândia praticavam encantamentos mágicos durante o solstício de verão, a fim de obterem maior fertilidade nos animais.
No Brasil as “festas juninas” são realizadas em todo o país no mês de junho (daí o nome “juninas”, e culminam no Dia de São João). O principal momento da festa é a quadrilha, em que vários casais vestidos de caipira encenam uma cerimônia de casamento (que normalmente não acontece).
CONCLUSÃO:
1. NÃO PODEMOS AGIR COMO IGNORANTES (Ingênuos, imprudentes, néscios) – Ef 6.2; Ef 5.15; 2 Co 2.11; Ef 4.27 
2. SE TEMOS O CONHECIMENTO DE QUE ALGO É CONSAGRADO A ÍDOLOS, DEVEMOS NOS ABSTER– 1 Co 10.27,28; 2 Co 6.14-17; Ef 5.11 
3. TEMOS A RESPONSABILIDADE DE ENSINAR NOSSOS FILHOS A SE POSICIONAREM – Não podemos transferir para a Igreja a responsabilidade que é nossa – Dt 6.3-9; Pv 22.6
4. PRECISAMOS FUGIR DE TODA A APARÊNCIA DO MAL – 1 Co 10.23-33; Pv 6.28 

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